Envergonhando os difamadores

No lidar com pessoas, quanto maior o teu raio de ação e influência, proporcionalmente maior serão as possibilidades das críticas negativas e destrutivas por parte dos difamadores; e, somente uma consciência limpa, por causa de um proceder em santidade e sinceridade, envergonhará os difamadores.

Written by:

Satisfação e vitória em CristoSérie em 2 Coríntios
#3, Mensagem

2 Co 1.12-2.4

Mensagem: No lidar com pessoas, quanto maior o teu raio de ação e influência, proporcionalmente maior serão as possibilidades das críticas negativas e destrutivas por parte dos difamadores; e, somente uma consciência limpa, por causa de um proceder em santidade e sinceridade, envergonhará os difamadores.

Esboço

Introdução

1. Recordando – #2 Mensagem – Deus não necessita da aprovação humana!, 2 Coríntios 1.1-11

“O Deus Criador e Infinito e Pessoal, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai de misericórdias e Deus de toda consolação, não necessita da aprovação humana para se tornar digno da adoração, do louvor .”

2. 2 Coríntios 1.12-2.17

DEFESA DE SUA CONDUTA COM RELAÇÃO À SUA VISITA PROMETIDA E AOOFENSOR 1:12—2:1. Em 2 Coríntios, Paulo estava abordando uma situação em que seus próprios filhos na fé duvidavam de sua sinceridade e motivos. Ele também tinha dúvidas sobre o comprometimento deles com Jesus Cristo e consigo mesmo como apóstolo do Senhor. No entanto, Paulo também expressou algumas convicções fortes nesta epístola e procurou mover seus leitores duvidosos a uma condição de maior fé.

Esta seção da epístola introduz essa tensão. (Dr. Constable’s Notes, 2007)

Como já falado na Introdução #1 desta Série, a carta de 2 Coríntios é uma carta muito pessoal de Paulo, onde entre outras questões ele apresenta uma defesa do seu apostolado e da sua conduta em Cristo.

2 Co 1.12-2.4 é um dos exemplo desta defesa do apóstolo Paulo, uma vez que ele estava sendo acusado por algumas pessoas em Corinto de ter sido leviano, de ter agido na carne, ter agido como duplicidade (o sim e o não) quando ele mudou, alterou planos de uma viagem que tinha sido programada para visitar Corinto.

2 Co 1.15 Com esta confiança, resolvi ir, primeiro, encontrar-me convosco, para que tivésseis um segundo benefício; 16 e, por vosso intermédio, passar à Macedônia, e da Macedônia voltar a encontrar-me convosco, e ser encaminhado por vós para a Judeia. 17 Ora, determinando isto, terei, porventura, agido com leviandade? Ou, ao deliberar, acaso delibero segundo a carne, de sorte que haja em mim, simultaneamente, o sim e o não?

Como tu reages diante de críticas negativas (injustas e destrutivas)?

Como o apóstolo Paulo reagiu? Quais as lições que podemos aprender, ao observar seu testemunho em 2 Co 1.12-2.4?

No lidar com pessoas, quanto maior o teu raio de ação e influência, proporcionalmente maior serão as possibilidades das críticas negativas e destrutivas por parte dos difamadores; e, somente uma consciência limpa, por causa de um proceder em santidade e sinceridade, envergonhará os difamadores.

1 Pe 3.15 antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós, 16 fazendo-o, todavia, com mansidão e temor, com boa consciência, de modo que, naquilo em que falam contra vós outros, fiquem envergonhados os que difamam o vosso bom procedimento em Cristo.

“Santificai a Cristo, como Senhor” – temer e confiar em Cristo… O que no Espírito Santo, agindo a partir do “coração” (do interior) …

1 Pe 3.15,16 (abra a sua Bíblia e observe o contexto – versículos anteriores e posteriores), se for da vontade de Deus que alguém sofra por causa da prática do bem – “do bom procedimento em Cristo”, com base no próprio exemplo do Senhor Jesus Cristo, que ele tenha uma conduta de “mansidão e temor”, com “boa consciência”, de modo que fiquem envergonhados o que o difamam… E, isto examinaremos em 2 Co 1.12-2.4!

Em 2 Co 1.12-2.4, vamos examinar três (3) marca de um proceder, segundo o Espírito Santo, que concede uma boa consciência e um bom testemunho diante dos difamadores.

I. Ter o testemunho de uma consciência boa, limpa, 2 Co 1.12-14

2 Co 1.12 Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que, com santidade e sinceridade de Deus, não com sabedoria humana, mas, na graça divina, temos vivido no mundo e mais especialmente para convosco. 13 Porque nenhuma outra coisa vos escrevemos, além das que ledes e bem compreendeis; e espero que o compreendereis de todo, 14 como também já em parte nos compreendestes, que somos a vossa glória, como igualmente sois a nossa no Dia de Jesus, nosso Senhor.

Consciência, ‘suneidesis’ – … alma como diferenciadora entre o que é moralmente bom e mal, impulsando para fazer o primeiro e evitar o último, glorificando um, condenando o outro 2a) consciência (Biblia Almeida Strong )

Rm 2.15 Estes mostram a norma da lei gravada no seu coração, testemunhando-lhes também a consciência e os seus pensamentos, mutuamente acusando-se ou defendendo-se, 16 no dia em que Deus, por meio de Cristo Jesus, julgar os segredos dos homens, de conformidade com o meu evangelho.

A consciência é como um tribunal interior que nos acusa ou nos defende…

Mas, a consciência que não está em conformidade com o evangelho de Cristo é corrompida, suja, cauterizada, levando o ser humano a defender-se mesmo diante da prática do mal, do que ofende a Deus e ao próximo. Assim, natural mesmo diante do mal, do erro, alguém afirmar: a minha consciência não me acusa!

Eu tenho a consciência limpa!

Testemunho da consciência – a qual o apóstolo Paulo se refere a uma boa consciência, não uma consciência cauterizada, enganosa… A boa consciência é aquela ensinada e sujeita a vontade de Deus, a sã doutrina, At 23.1; 24.16; 1 Tm 1.5, 19; 3.9

Se havia em Paulo, e se deve haver na vida todo e qualquer discípulo de Cristo, um motivo de se gloriar Nele, tal motivo deve ser a conduta aprovada por Deus, como fruto da Sua própria misericórdia e graça, v. 12

2 Co 1.12b com santidade e sinceridade de Deus, não com sabedoria humana, mas, na graça divina, temos vivido no mundo e mais especialmente para convosco.

O texto não se refere a uma conduta baseada na sabedoria humana – nos padrões humanos, 1 Co 2.1-4; 2 Co 10.1-6; sim, a sabedoria que que vem de Deus.

A conduta aprovada, sob a graça divina não na capacidade humana, é a conduta com santidade e sinceridade.

Santidade, o agir de acordo com o caráter e a vontade de Deus; conduta do viver separado do mal, e consagrado a Deus …

Sinceridade, ‘heilikrineia’, pureza, sinceridade, ingenuidade, simplicidade (Biblia Almeida Strong )

Temos aqui referência a uma conduta no Espírito, da qual não tinha nada a esconder, nada de duplicidade (“o sim e o não” , 2.17), nada porque se envergonhar…

2 Co 1.14 como também já em parte nos compreendestes, que somos a vossa glória, como igualmente sois a nossa no Dia de Jesus, nosso Senhor.

Os cristãos na igreja de Corinto “deveriam se gloriar pelo que Deus fizera em benefício deles por intermédio de Paulo” (Biblia de Estudo da Fé Reformada).

Assim, como eles, fruto do ministério de Paulo pela mesma graça divina, seriam motivo da alegria de Paulo, “no dia de Jesus, nosso Senhor” – ou seja, na segunda vinda do Senhor Jesus Cristo.

Desafio: (1a. Marca – Ter o testemunho de uma consciência boa, limpa). Que diante dos difamadores, tu tenhas a consciência boa, limpa, porque sob a graça divina tens uma conduta com, em santidade e sinceridade, de bom testemunho ético e moral. Nada a esconder, nada pelo qual se envergonhar.

II. Uma conduta coerente com o padrão de Deus, 1.15-22

Como já vimos, o apóstolo Paulo havia planejado visitar a igreja em Corinto (vv. 16, 17), mas por algum motivo teve que mudar os planos. Por causa da mudança dos planos ele foi acusado de ser inconstante e leviano (v. 12). E, diante de tais acusações, ele reafirmou a sua integridade, sinceridade, de uma conduta coerente com o padrão divino…

1.15 Com esta confiança, resolvi ir, primeiro, encontrar-me convosco, para que tivésseis um segundo benefício; 16 e, por vosso intermédio, passar à Macedônia, e da Macedônia voltar a encontrar-me convosco, e ser encaminhado por vós para a Judeia. 17 Ora, determinando isto, terei, porventura, agido com leviandade? Ou, ao deliberar, acaso delibero segundo a carne, de sorte que haja em mim, simultaneamente, o sim e o não? 18 Antes, como Deus é fiel, a nossa palavra para convosco não é sim e não.

“”Tendo afirmado a unicidade de propósito em suas relações com os coríntios, Paulo passou a ajudá-los a apreciar o fato de que seu comportamento tinha sido consistente com seus propósitos guiados pelo Espírito. […] “O argumento é de ‘congruência ética’.

Deus é fiel no fato de que o Evangelho que é proclamado por Seus mensageiros não é um Evangelho de duplicidade, cheio de declarações enganosas e de promessas que não são cumpridas.” “Quando Deus fala, Seu positivo não carrega um negativo oculto. E assim também é com Seu Apóstolo escolhido: sua palavra aos Coríntios não é uma mistura de sim e não ao mesmo tempo, mas um sim fiel — sincero, honesto, inequívoco.”“ (Dr. Constable’s Notes, 2007)

A conduta em santidade e sinceridade (1.12), que Paulo afirma ter tido diante do mundo e especialmente para com a igreja em Corinto, era e é coerente com o padrão de Deus.

1.18 Antes, como Deus é fiel, a nossa palavra para convosco não é sim e não.

19 Porque o Filho de Deus, Cristo Jesus, que foi, por nosso intermédio, anunciado entre vós, isto é, por mim, e Silvano, e Timóteo, não foi sim e não; mas sempre nele houve o sim. 20 Porque quantas são as promessas de Deus, tantas têm nele o sim; porquanto também por ele é o amém para glória de Deus, por nosso intermédio.

Com relação as promessas divinas nós encontramos aqui as seguintes afirmações:

A. A dignidade das promessas divinas, 1.18 Deus é fiel, plenamente digno de confiança…, v. 18; Tt 1.2. Cada uma das promessas foi feita por Ele, de acordo com o Seu caráter e o propósito da Sua vontade..

As promessas divinas são o vínculo entre os Seus decretos e os Seus atos; demonstram as qualidades, as virtudes do próprio Deus – as promessas são verdadeiras, poderosas, eternas etc., pois Aquele que prometeu é Verdadeiro, Poderoso, Eterno etc.

Deus é fiel (v. 18), digno de confiança, e assim podemos e devemos (re)afirmar a dignidade das promessas divinas.

B. A variedade das promessas divinas, 1.20

“Quantas forem as promessas feitas por Deus”

De Gênesis a Apocalipse, Antigo e Novo Testamento, nós encontramos promessas divinas… Algumas já se cumpriram (exemplo – a primeira vinda de Jesus Cristo, para morrer na cruz pelos nossos pecados, 2 Co 5.21); há outras, as quais nós ainda aguardamos o cumprimento (exemplo – sermos “revestidos da nossa habitação celestial”, 2 Co 5.2-5).

Na Bíblia nós encontramos promessas para Israel e promessas para a Igreja; promessas condicionais e incondicionais; todos os tipos – bênçãos materiais, físicas e espirituais; pessoais e gerais; eternas e temporais.

C. A estabilidade das promessas divinas, 1.20

A expressão “Amém” (v. 20), “sim” – acentua certeza (Rm 11.29). A estabilidade das promessas está em Cristo Jesus, pois Ele é: A testemunha da promessa, Ap 1.2,5; a segurança da aliança, Ap 1.8; o cumprimento das promessas – a própria promessa …

Ap 19.10 “Adore a Deus! O testemunho de Jesus é o espírito da profecia”.

As promessas divinas não mudam conforme o humor de Deus… Não são como as promessas humanas em geral que mudam conforme os interesses e as circunstâncias.

D. O resultado das promessas divinas, 1.20

Pelas promessas divinas devemos dar “glória a Deus…”, 1.20.

pelo Seu amor (Deus movido pelo Seu amor santo e justo);

pelo Seu poder – Deus é poderoso para cumprir o que prometeu (exemplo de Abraão, Rm 4, que estava convicto de que Deus era poderoso para cumprir o que havia prometido);

pela nossa segurança Nele – Deus nos firma em Cristo Jesus, e faz com a nossa fé nas promessas divinas, não seja vã, pois Ele que nos “ungiu”, “nos selou”, nos deu o “penhor” do Espírito Santo, 1 Co 1.21,22; Ef 1.13,14

1.21 Mas aquele que nos confirma convosco em Cristo e nos ungiu é Deus, 22 que também nos selou e nos deu o penhor do Espírito em nosso coração.

Temos em Cristo, pela habitação do Espírito Santo, a convicção do pertencer, da segurança, da garantia da herança eterna…

Deus é fiel, no cumprimento das suas promessas… Nele não há engano, leviandade, duplicidade. E, Paulo testemunha que o seu falar, a sua conduta, foi coerente com a conduta de Deus! Ele não foi leviano, hipócrita, diante das promessas feitas, dos compromissos assumidos.

1.18 Antes, como Deus é fiel, a nossa palavra para convosco não é sim e não.

Desafio: (2a. Marca – Uma conduta coerente com o padrão de Deus)

Desenvolver a plena convicção pelas Escrituras de que a conduta com bom testemunho ético e moral, no falar e no agir (por exemplo, diante das promessas feitas, dos compromissos assumidos) é segundo o padrão de Deus.

III. Uma conduta motivada pelo amor, 1.23-2.4

1.23 Eu, porém, por minha vida, tomo a Deus por testemunha de que, para vos poupar, não tornei ainda a Corinto; 24 não que tenhamos domínio sobre a vossa fé, mas porque somos cooperadores de vossa alegria; porquanto, pela fé, já estais firmados.

2.1 Isto deliberei por mim mesmo: não voltar a encontrar-me convosco em tristeza.

2 Porque, se eu vos entristeço, quem me alegrará, senão aquele que está entristecido por mim mesmo? 3 E isto escrevi para que, quando for, não tenha tristeza da parte daqueles que deveriam alegrar-me, confiando em todos vós de que a minha alegria é também a vossa. 4 Porque, no meio de muitos sofrimentos e angústias de coração, vos escrevi, com muitas lágrimas, não para que ficásseis entristecidos, mas para que conhecêsseis o amor que vos consagro em grande medida.

Para vos poupar – diante da atitude pecaminosa de alguns cristãos, e de um indivíduo em particular que havia sido motivo de grande tristeza (1 Co 5.1-13), na igreja em Corinto, Paulo planejara ir lá disciplinar, repreender, afim de que houvesse arrependimento…

Paulo estava consciente, e de modo muito solene coloca “Deus por testemunha”,

v.23, de que:

– ele assim como Timóteo, não tinham domínio sobre a fé deles, mas eram cooperadores da alegria deles; ou seja, ele e Timóteo, queriam o melhor para os cristãos em Corinto, 1.24;

– ele havia deliberado, decidido não ir ter com eles em tristeza; pois, ele desejava não uma tristeza mútua, mas uma alegria mútua, 2.1-4a;

– a sua ação em disciplinar, confrontar o pecado, estando presente e/ou fazendo por carta, era motivada pelo amor que os dedicava em grande medida,

11.10 A verdade de Cristo está em mim; por isso, não me será tirada esta glória nas regiões da Acaia. 11 Por que razão? É porque não vos amo? Deus o sabe.

12.14 Eis que, pela terceira vez, estou pronto a ir ter convosco e não vos serei pesado; pois não vou atrás dos vossos bens, mas procuro a vós outros. Não devem os filhos entesourar para os pais, mas os pais, para os filhos. 15 Eu de boa vontade me gastarei e ainda me deixarei gastar em prol da vossa alma. Se mais vos amo, serei menos amado?

1 Co 4.14 Não vos escrevo estas coisas para vos envergonhar; pelo contrário, para vos admoestar como a filhos meus amados. […] 16 Admoesto-vos, portanto, a que sejais meus imitadores. […] 18 Alguns se ensoberbeceram, como se eu não tivesse de ir ter convosco; […] 21 Que preferis? Irei a vós outros com vara ou com amor e espírito de mansidão?

A real motivação de Paulo era o amor a Deus e a igreja em Corinto, não os interesses obscuros, a soberba, a busca de honra, ou qualquer outra motivação pecaminosa que havia na mente dos soberbos e difamadores de Corinto. Eles, de modo pecaminoso, estavam julgando as motivações do apóstolo.

A Bíblia nos ensina a julgar o ensino, as palavras e as ações, exclusivamente segundo a sã doutrina, o caráter e a lei de Deus.

E, quando tal ensino, tais palavras e ações não forem com conformidade com a sã doutrina, o caráter e a lei de Deus, então que haja confrontação, disciplina, restauração em amor conforme os textos acima nos ensinam.

Desafio: (3a. Marca – Uma conduta motivada pelo amor a Deus e ao próximo) Desenvolver, no Espírito Santo, a motivação conduta motivada pelo amor a Deus e ao próximo, não por ambições pecaminosas.

Conclusão

No lidar com pessoas, quanto maior o teu raio de ação e influência, proporcionalmente maior serão as possibilidades das críticas negativas e destrutivas por parte dos difamadores; e, somente uma consciência limpa, por causa de um proceder em santidade e sinceridade, envergonhará os difamadores.

Desafio: (1a. Marca – Ter o testemunho de uma consciência boa, limpa)

Que diante dos difamadores, tu tenhas a consciência boa, limpa, porque sob a graça divina tens uma conduta com, em santidade e sinceridade, de bom testemunho ético e moral. Nada a esconder, nada pelo qual se envergonhar.

Desafio: (2a. Marca – Uma conduta coerente com o padrão de Deus)

Desenvolver a plena convicção pelas Escrituras de que a conduta com bom testemunho ético e moral, no falar e no agir (por exemplo, diante das promessas feitas, dos compromissos assumidos) é segundo o padrão de Deus.

Desafio: (3a. Marca – Uma conduta motivada pelo amor a Deus e ao próximo) Desenvolver, no Espírito Santo, a motivação conduta motivada pelo amor a Deus e ao próximo, não por ambições pecaminosas.

Lembre-se: A sua responsabilidade, debaixo da graça e capacitação divina é a de perseverante, e confiante aplicar o s princípios e a s verdades divinas que tens ouvido (Fp 2.12,13; 1 Tm 4.7-9; Tg 1.22-27). Ao meditar nesta mensagem, pergunte-se:

*O que Deus quer transformar no meu modo de pensar e agir? *Como eu posso colocar isso em prática na minha vida?

*Qual o primeiro passo que darei nessa direção (para que haja real transformação em minha vida)?

Conheça… Creia. Aproprie-se… E, pratique a verdade divina para que experimentes a vida plena que há em Jesus Cristo (João 10.10).

Bibliografia

Almeida Revista e Atualizada© Copyright © 1993 Sociedade Bíblica do Brasil

Biblia de Estudo da Fé Reformada, ARA, R.C.Sproul, Editor-Geral, Editora Fiel e Ligonier Ministries, 2a.

Ed.:2022, SP, Brasil

Bible Study By Olive Tree, Biblia Almeida Strong, App versão 2024

David K. Lowery, 2 Corinthians”, in The Bible Knowledge Commentary: An Exposition of the Scriptures, org.

J. F. Walvoord e R. B. Zuck, vol. 2 (Wheaton, IL: Victor Books, 1985)

II Corintios: Introdução e comentário. Colin Kruse. Ed. Mundo Cristão. Vida Nova, 1994.

The Treasury of Scripture Knowledge Bagster, 1974. LÉXICO do novo Testamento – Grego / Português. F. Wilbur Gingrich – Vida Nova, 1984.

Chave Lingüística do novo Testamento Grego. Fritz Rienecker, Cleon Rogers – vida Nova, 1985.

Comentário Exegético Y Explicativo de La Bíblia – Tomo II Novo Testamento. Roberto Jamieson, A R..

Fausset, David Brown – Casa Bautista de Publicaciones, 1977.

O conhecimento de Deus. J.I. Packer. Ed. mundo Cristão, 1984.

Examinai as escrituras: Atos a Apocalipse. J. SidLaw Baxter. Ed. Vida Nova, 1989.

Notes on 2 Corinthians 2 0 2 5 Edition Dr. Thomas L. Constable 2007 Edition Dr. Constable’s Notes on 2 Corinthians

(Nota: Esta Série está sendo desenvolvida a partir das mensagens pregadas em RAO, SP, Brasil, em 2006. E, há notas e referencias Bibliografias que foram perdidas…)

Mensagens Bíblicas
Satisfação e vitória em Cristo
Série em 2 Coríntios #3, Mensagem
2 Co 1.14-2.4
Domingos Mendes Alves
@paraoalvo
13.03.2025

Last modified: March 15, 2025