Satisfação e vitória em Cristo – Série em 2 Coríntios
#4, Mensagem
2 Coríntios 1.12 – 2.11
Mensagem: O amor verdadeiro, que tem em Deus sua procedência deve estar presente, sustentando e permeando todos os nossos relacionamentos em Cristo.
Esboço
Introdução
1. Recordando
#3 Mensagem – Envergonhando os difamadores, 2 Co 1.12-2.4
Mensagem: No lidar com pessoas, quanto maior o teu raio de ação e influência, proporcionalmente maior serão as possibilidades das críticas negativas e destrutivas por parte dos difamadores; e, somente uma consciência limpa, por causa de um proceder em santidade e sinceridade, envergonhará os difamadores.
2. Corinto – Relacionamentos, alegrias e conflitos.
2 Co 1.12 Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que, com santidade e sinceridade de Deus, não com sabedoria humana, mas, na graça divina, temos vivido no mundo e mais especialmente para convosco.
Neste versículo, assim como no decorrer de toda carta de 2 Coríntios, se percebe a preocupação de Paulo com o relacionamento com os coríntios.
Falar em relacionamentos significa falar em alegrias – exemplos:
- No consolo recebido em meio as tribulações, e pela ajuda das orações em favor uns dos outros, 1.4,11;
- Consolo por meio de Tito, 7.5-7;
- A solidariedade das igrejas da Macedônia, 8.1-6;
- No amor e altruísmo de Paulo em prol da igreja, 2.4; 12.15.
Mas, também, se percebe que além dos motivos de alegria, há motivos de tristeza, há uma série de conflitos entre Paulo e a igreja em Corinto… Exemplos:
- Havia insinuações de que Paulo estaria sendo leviano por causa da mudança de planos em relação a sua visita a Corinto, 1.17;
- Havia membros da igreja que desprezavam o ministério de Paulo, dando
- preferência a falsos mestres que tinham influência na igreja, 11.1-6;
- Havia acusações de que Paulo era insensato, 11.16;
- Havia questionamentos quanto à autoridade e o valor do ministério apostólico de Paulo, 12.11-13.
Além das citações acima, e de outras não mencionadas aqui, no capítulo 2.5-10 há o caso de um irmão que precisava ser perdoado e reintegrado a comunhão na igreja.
Há em toda história da humanidade desde a entrada do pecado no mundo (Gn 3), alegrias e conflitos nos relacionamentos. E, isto inclui, tanto a história de Israel o povo de Deus no Antigo Testamento, e da Igreja o Seu povo no Novo Testamento, assim como dos dias atuais… Assim, em todos os níveis de relacionamentos com certeza nós temos e teremos alegrias e conflitos. Por isso, mesmo no contexto da Igreja – corpo vivo de Cristo, dos membros da família de Deus pela fé em Cristo, há conflitos de relacionamentos.
Entretanto, os discípulos de Cristo, no Espírito Santo e sob o ensino das Escrituras, com a humildade e a sabedoria divina, devem ter o comprometimento de procurar resolver os conflitos – “esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz”, Ef 4.2 (exânime os vv. 1-6, de Ef 4).
O amor verdadeiro, que tem em Deus sua procedência deve estar presente, sustentando e permeando todos os nossos relacionamentos em Cristo.
Reflitamos, neste texto de 2 Co 1.12-2.11, três (3) verdades que devem nortear os nossos relacionamentos em Cristo, e suas implicações no nosso dia a dia.
I. Deus nos chamou à comunhão
Em 2 Co 1.3 e 11, ao consolar, e orar em favor dos que estão em alguma angústia, nós temos alguns exemplos de expressões da comunhão entre o povo de Deus – consolar uns aos outros, e orar uns pelos outros.
Deus nos chamou a comunhão com Ele e uns com os outros…
1 Co 1.9 Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados à comunhão de seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor.
A comunhão que temos com Cristo se expressa na comunhão uns com os outros…
2 Co 13.11 Quanto ao mais, irmãos, adeus! Aperfeiçoai-vos, consolai-vos, sede do mesmo parecer, vivei em paz; e o Deus de amor e de paz estará convosco. 12 Saudai-vos uns aos outros com ósculo santo. Todos os santos vos saúdam. 13 A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós.
Comunhão, ‘koinonia’, é vida em comum… E, nos mandamentos de reciprocidade “uns aos outros” nós encontramos expressões, demonstrações práticas desta comunhão em amor, comunhão no Espírito Santo.
A igreja deve se esforçar diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz. Pois, conflitos não tratados biblicamente, em amor, relacionamentos doentios e destrutivos, divisões etc., são atentados contra a unidade da igreja, a comunhão no Espírito… E, que tragédia espiritual para a igreja que se acomoda com tais realidades.
Deus nos chamou a comunhão com Ele e uns com os outros… E, viver em comunhão, em amor é uma das expressões de testemunhar que verdadeiramente somos discípulos de Jesus Cristo, que andamos na luz – em obediência a palavra da verdade …
Jo 13.34 Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. 35 Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros. (Cf. 1 Jo 2.7-11)
II. A comunhão cristã tem suas bases
A. Na maneira de viver, 1.12.
1.12 Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que, com santidade e sinceridade de Deus, não com sabedoria humana, mas, na graça divina, temos vivido no mundo e mais especialmente para convosco.
Os nossos relacionamentos devem se fundamentar:
- Na pureza, na santidade, rejeitando toda e qualquer malícia – seja na intenção, maneira de falar ou de agir;
- E na sinceridade, autenticidade, rejeitando toda e qualquer hipocrisia, mentira e engano.
B. Na boa intenção,1.14.
1.14 como também já em parte nos compreendestes, que somos a vossa glória, como igualmente sois a nossa no Dia de Jesus, nosso Senhor. […] 24 não que tenhamos domínio sobre a vossa fé, mas porque somos cooperadores de vossa alegria; porquanto, pela fé, já estais firmados.
Devemos perseguir o propósito de sermos motivo de alegria, de ‘orgulho’ uns dos outros, e não motivo de tristeza, de decepção.
Somos motivos de alegria, de ‘orgulho’ uns dos outros, quando nossos relacionamentos são fundamentados no caráter, nas atitudes que refletem a santidade de Cristo; e, na intenção de fazermos tudo para a “glória de Deus”, 1.20.
C. Na visão divina, 1.15.
1.15 Com esta confiança, resolvi ir, primeiro, encontrar-me convosco, para que tivésseis um segundo benefício
Paulo tinha a visão da comunhão espiritual, e ele compreendia que tanto na visita, assim como na oportunidade da igreja de Corinto em ajudá-lo na viagem para Judeia, eles seriam beneficiados espiritualmente.
Precisamos ter a visão de que a comunhão nos traz benefícios espirituais – encorajamento; oportunidade e de servir etc.
D. Na maturidade espiritual, 1.23,24.
1.23 Eu, porém, por minha vida, tomo a Deus por testemunha de que, para vos poupar, não tornei ainda a Corinto; 24 não que tenhamos domínio sobre a vossa fé, mas porque somos cooperadores de vossa alegria; porquanto, pela fé, já estais firmados.
Para a verdadeira comunhão uns com os outros é imperativo ter a maturidade espiritual de reconhecer que precisamos cooperar uns com os outros, que temos participação e necessidade uns dos outros. Não somos dominadores uns dos outros…
Pessoas dependentes e independentes não cooperam umas com as outras.
Pessoas interdependentes cooperam umas com as outras, e isso é marca de maturidade espiritual.
E. No amor em Cristo, 2.4,8.
2.4 Porque, no meio de muitos sofrimentos e angústias de coração, vos escrevi, com muitas lágrimas, não para que ficásseis entristecidos, mas para que conhecêsseis o amor que vos consagro em grande medida. […] 8 Pelo que vos rogo que confirmeis para com ele o vosso amor.
2.4 o apóstolo expressa o seu amor pela igreja em Corinto. Amor que o motivara a agir de forma muito firme, tendo causado entre eles alguma tristeza …
2.8. “Reafirmar o amor” é assegurá-lo do amor…
Devemos usar todas as oportunidades para testemunhar do amor de Deus, uns para com os outros.
Ao confrontar e disciplinar por causa do pecado, da ofensa, de ter sido motivo de tristeza; ao encorajar o arrependido pela confrontação e disciplina; e, ao lhe confirmar o amor, se expressa a comunhão no Espírito.
III. Na comunhão há restauração de vidas, e do relacionamento
É importante compreender que mesmo vivendo em santidade e sinceridade, tendo boa intenção, visão e maturidade espiritual etc., isso não te isenta de dificuldades nos relacionamentos, e nem que outros se decepcionem com você – basta terem a expectativa errada ao seu respeito (expectativa de que sempre corresponderás ao que esperam de ti). Nós estamos sujeitos a crises, seja por nossa culpa, seja por culpa dos outros.
Atitudes pecaminosas ofendem, causam tristeza, conflitos e crises nos relacionamentos.
2.5 Ora, se alguém causou tristeza, não o fez apenas a mim, mas, para que eu não seja demasiadamente áspero, digo que em parte a todos vós; 6 basta-lhe a punição pela maioria. 7 De modo que deveis, pelo contrário, perdoar-lhe e confortá-lo, para que não seja o mesmo consumido por excessiva tristeza.
Como restaurara vida e o relacionamento diante dos conflitos?
A. Exercendo a disciplina bíblica, 2.6.
2.6 basta-lhe a punição pela maioria. Paulo refere-se à disciplina que foi imposta ao ofensor, e tal disciplina parece ter sido a exclusão da comunhão com os demais membros da igreja (alguns comentaristas afirmam que provavelmente essa pessoa seja a mesma citada em 1 Co 5.1-5).
Confrontar, repreender em amor, exercer disciplina quando necessário, também são provas da comunhão uns com os outros.
Rm 15.14 E certo estou, meus irmãos, sim, eu mesmo, a vosso respeito, de que estais possuídos de bondade, cheios de todo o conhecimento, aptos para vos admoestardes uns aos outros.
O apóstolo Paulo em 1 Coríntios, escreveu: 4.14 Não vos escrevo estas coisas para vos envergonhar; pelo contrário, para vos admoestar como a filhos meus amados.
Nós, discípulos de Jesus Cristo, devemos, como expressão da verdadeira comunhão em Cristo, exercer a disciplina bíblica … – Mt 18.15-17.
O processo da disciplina, também envolver perdoar …
B. Perdoando o ofensor, 2.7,10.
2.7 De modo que deveis, pelo contrário, perdoar-lhe e confortá-lo, para que não seja o mesmo consumido por excessiva tristeza. […] 10 A quem perdoais alguma coisa, também eu perdoo; porque, de fato, o que tenho perdoado (se alguma coisa tenho perdoado), por causa de vós o fiz na presença de Cristo; 11 para que Satanás não alcance vantagem sobre nós, pois não lhe ignoramos os desígnios.
Perdoar em obediência ao mandamento bíblico (2.9), é liberar o ofensor da dívida causada pelo pecado, pela ofensa cometida, sendo um passo para a restauração da comunhão em Cristo.
Paulo ensina que devemos perdoar uns aos outros para não dar oportunidade para que Satanás leve vantagem, 2.11.
Ef 4.26 Irai-vos e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira, 27 nem deis lugar ao diabo.
Conflitos, problemas não tratados na comunhão uns com os outros, dá oportunidade para que Satanás leve adiante o seu propósito de minar a vida espiritual do ofendido e do ofensor, e destruir a unidade, a comunhão no corpo de Cristo – Igreja.
Satanás procura afastar as pessoas da comunhão com Cristo e a Igreja; procura destruir a fé, o levar Deus a sério, e a comunhão …
C. Consolar ao ofensor arrependido, 2.7.
2.7 De modo que deveis, pelo contrário, perdoar-lhe e confortá-lo, para que não seja o mesmo consumido por excessiva tristeza.
A pessoa que ofendeu diante do seu arrependimento, ela deve ser consolada, encorajada a prosseguir na vida e na comunhão cristã. E, com isto, está se confirmando o amor para com ele, 2.8
Hb 10.23 Guardemos firme a confissão da esperança, sem vacilar, pois quem fez a promessa é fiel. 24 Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras. 25 Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima.
O amor verdadeiro, que tem em Deus sua procedência deve estar presente, sustentando e permeando todos os nossos relacionamentos em Cristo.
Conclusão
A. Há necessidade de corrigir expectativas de “Comunhão” e conceitos de “Amor”.
Há pessoas que têm a expectativa de relacionamentos no contexto da igreja cristã, sem conflitos, sem problemas de relacionamentos… Assim, têm grandes decepções e por vezes se afastam da igreja, diante dos conflitos, dos problemas de relacionamentos…
Parecem ignorar que a igreja cristã é uma comunidade de pecadores salvos em Cristo, que estão num processo de santificação (assim, como tu, se realmente és cristão).
Logo, é inevitável que haverá conflitos relacionais!
Há, também, aqueles que conceituam amor como complacência, ausência de disciplina, de confronto, e de repreensão diante do pecado… Para eles amar é “aceitar a pessoa e o seu pecado”, sem fazer qualquer tipo de confrontação.
Corrija, biblicamente, as suas expectativas e os seus conceitos – Cf. Mt 18.15-17; 1 Co 4.14-16; 2 Co 13.10; Hb 12.1-15; Pv 13.24; 29.15; 3.11,12
B. Projeto:
- Avalie sua vida – relacionamento com Deus, e com os outros; Aliste ressentimentos / amarguras não tratadas;
- Relacione pessoas – ofensoras e/ou ofendidas;
- Ore pelas pessoas, e no que depender de ti procure para perdoar se ofendidos fostes e/ou pedir perdão se ofendestes;
- Busque, no Espírito Santo, iniciar e ou continuar um processo de restauração do relacionamento, e de cura das feridas interiores por meio do perdão e reconciliação.
Perdoar é um ato, cura das feridas é um processo…
Lembre-se: Tudo isto faz parte da verdadeira adoração a Deus.
C. Fontes de sofrimento, Lc 21.8-19
Jesus fala sobre nove fontes de sofrimento: (1) confusão religiosa; (2) guerras e conflitos; (3) calamidades físicas – exemplo – terremotos; (4) doenças e enfermidades físicas; (5) dificuldades econômicas; (6) autoridades religiosas e seculares; (7) do lar – conflitos; (8) da união com Cristo – perseguidos por causa do Seu nome; (9) dos nossos semelhantes perseguições. Lc 21.13 – ” E vos acontecerá isso, como uma oportunidade para testemunho”. Use os problemas como oportunidades para testemunho…
Jesus transformou as críticas, as ofensas, para revelar o coração do Pai, para dar testemunho do amor divino.
D. “Estrada para Jerusalém”, Mt 16.23
Jesus sabia que todas as estradas que levavam para longe de Jerusalém, estavam abertas diante dele. No entanto era a estrada para Jerusalém que ele tinha que percorrer, para sofrer indignações, injustiças, morrer na cruz e ressuscitar ao terceiro dia. Esta pormenorizada e medonha previsão dos acontecimentos que aguardavam Jesus, provocou pânico no coração do apóstolo Pedro. Pedro, bem intencionado tenta afastar Jesus de Jerusalém, propõe que o Mestre percorra outro caminho… Mas, Jesus o repreendeu: “Arreda Satanás, pois cogitas das coisas dos homens…
Jesus deixou claro de que o Filho do Homem tinha que ir para Jerusalém, para a cruz, humilhação e morte. “Cogitar as coisas dos homens” é fazer o papel que Satanás quer, é fugir da vontade de Deus e buscar o que aos nossos olhos é mais confortável e seguro. Seguir para “Jerusalém”, seguir a vontade de Deus, mesmo que isto implique em sofrimento, indignação e humilhação, é fazer o que o Espírito Santo quer. Discipulado significa estar disposto para se identificar e sofrer com Jesus…
Qual caminho você está disposto a percorrer?
Siga o caminho da cruz… Do amor que deve estar presente, sustentando, perseverando os relacionamentos
Lembre-se:
A sua responsabilidade, debaixo da graça e capacitação divina é a de perseverante, e confiante aplicar os princípios e as verdades divinas que tens ouvido (Fp. 2.12, 13; 1
Tm. 4.7-9; Tg. 1.22-27). Ao meditar nesta mensagem, pergunte-
- O que Deus quer transformar no meu modo de pensar e agir?
- Como eu posso colocar isso em prática na minha vida?
- Qual o primeiro passo que darei nessa direção (para que haja real transformaçãoem minha vida)?
Conheça… Creia. Aproprie-se…. E, pratique a verdade divina para que experimentes. a vida plena que há em Jesus Cristo (João 10.10).
Bibliografia
- Almeida Revista e Atualizada© Copyright © 1993 Sociedade Bíblica do Brasil
- Biblia de Estudo da Fé Reformada, ARA, R.C.Sproul, Editor-Geral, Editora Fiel e Ligonier Ministries, 2a. Ed.:2022, SP, Brasil
- Bible Study By Olive Tree, Biblia Almeida Strong, App versão 2024
- II Corintios: Introdução e comentário. Colin Kruse. Ed. Mundo Cristão. Vida Nova, 1994.
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- Comentário Exegético Y Explicativo de La Bíblia – Tomo II Novo Testamento. Roberto Jamieson, A R..
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- LÉXICO do novo Testamento – Grego / Português. F. Wilbur Gingrich – Vida Nova, 1984.
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- Dr. Thomas L. Constable, Notes on 2 Corinthians 2025 Edition
- Dr. Constable’s Notes on 2 Corinthians 2007 Edition
- The Treasury of Scripture Knowledge Bagster, 1974.
(Nota: Esta Série está sendo desenvolvida a partir das mensagens pregadas em RAO, SP, Brasil, em 2006. E, há notas e referencias Bibliograficas que foram perdidas…)
Mensagens Bíblicas – Satisfação e vitória em Cristo
Série em 2 Coríntios
#4, Mensagem – 2 C o 1.12-2.11
Domingos Mendes Alves
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18.03.2025
Last modified: March 26, 2025