Mensagens Bíblicas
Domingos M. Alves
IEBNA RAO,SP – 04.11.2022, 10h
A nossa capacidade vem de Deus – 2 Coríntios 3.4-6
3.4 E é por intermédio de Cristo que temos tal confiança em Deus; 5 não que, por nós mesmos, sejamos capazes de pensar alguma coisa, como se partisse de nós; pelo contrário, a nossa suficiência vem de Deus, 6 o qual nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica.
Algumas sentenças …
A ação da graça de Deus e o poder do Espírito Santo, em nós e por nosso intermédio, e a esperança da glória eterna, autenticam a nossa vocação em Cristo e devem nos motivar a sermos fieis e perseverantes no ministério da nova aliança. 2 Co. 3.3; 4:7; 1 Co. 15.9,10
Aquele que crê em Jesus Cristo como Salvador, deve viver com plena certeza da salvação eterna – em Cristo é filho de Deus, ministro (servo) da nova aliança. E assim, viver para o serviço e o inteiro agrado de Deus.
A nossa capacidade vem de Deus – 2 Co 3.4-6; 4.7; Rm 15. 17-20; 1 Co 1.18-2.5; 1 Co 3.6,7; At 1.8
O chamado para a nova vida em Cristo, a capacitação para a vida e o ministério cristão etc., provém não dos méritos ou dos esforços humanos, mas provém da graça e da ação de Deus.
Deus é a fonte e o agente, que nos torna capazes para sermos fiéis e perseverantes no ministério (serviço) que Ele nos confiou.
As qualificações, os dons espirituais (habilidades espirituais), os resultados etc., são dadas pelo Pai, pelo Filho e pelo Espírito Santo, para a edificação da igreja (uns aos outros), a expansão do evangelho de Cristo, e a Sua glória.
A ação da graça de Deus e o poder do Espírito Santo, em nós e por nosso intermédio, e a esperança da glória eterna, autenticam a nossa vocação em Cristo e devem nos motivar a sermos fieis e perseverantes no ministério da nova aliança
Adaptado da mensagem: *Vivendo e servindo com satisfação e vitória em Cristo” – Série em 2 Corintios – 6a Mens. – 2 Co 3.1-18
IEBNA – RAO, SP, BR – 03.12.2006 – 19hs
* ESBOÇO completo desta mensagem:
Ministério da nova aliança, 2 Co 3.1-18
Mensagem: A ação da graça de Deus e o poder do Espírito Santo, em nós e por nosso intermédio, e a esperança da glória eterna, autenticam a nossa vocação em Cristo e devem nos motivar a sermos fieis e perseverantes no ministério da nova aliança.
Esboço:
Exposição de 2 Coríntios 3.1-8
I. Cartas de Recomendação, 3. 1-3.
Naquela época, quando os cristãos viajavam de uma igreja local para outra, geralmente em cidades diferentes, era comum levarem e apresentarem cartas de recomendação, dadas pela igreja de onde saíam, até porque não eram conhecidos na igreja para onde iam (algo mais ou menos semelhante com as cartas de transferência usadas hoje) – Atos 18.24-28.
Isso, por exemplo, aconteceu comigo e meus irmãos quando em 1975, no contexto da guerra civil, nós saímos de Angola, e fomos para Portugal, levando conosco cartas de recomendação (da 1a. Igreja Baptista do Lobito, então pastoreada pelo Pr. Mário Herlânder Felizardo), cartas essas que foram entregues a 3a Igreja Evangélica Batista em Lisboa, então pastoreada pelo Pr. António dos Santos.
Mas, Paulo era apóstolo de Jesus Cristo, com ministério conhecido e provado entre eles, assim porque necessitaria cartas de recomendação? 2 Co 3.1,2.10,18.
No contexto da igreja em Corinto havia pessoas que estavam questionando o ministério apostólico de Paulo…
A conduta de Paulo (2 Co 1.12; 2.17; 3.3 etc.) e os resultados do seu ministério testificavam e autenticavam seu apostolado, não sendo necessárias cartas de recomendação.
A ação da graça de Deus e o poder do Espírito Santo, em nós e por nosso intermédio, e a esperança da glória eterna, autenticam a nossa vocação em Cristo e devem nos motivar a sermos fieis e perseverantes no ministério da nova aliança. 2 Co 3.3; 1 Co 15.9,10.
Aquele que crê em Jesus Cristo como Salvador, deve viver com plena certeza da salvação eterna – em Cristo é filho de Deus, ministro (servo) da nova aliança. E assim, viver para o serviço e o inteiro agrado de Deus.
O Ministério da nova aliança em Cristo.
A antiga aliança, Antigo Testamento, estava baseada na Lei (cf. Êx 34.29-35; Levíticos; Hb 9.1-10.1)
Características da nova aliança:
A. Tem a competência que vem de Deus, 3.4-6
Rm 15.17-19; 1 Co 1.18-2.5; 3.6,7: At 1.8; 2 Co 4.7
O chamado para a nova vida em Cristo, a capacitação para a vida e o ministério cristão etc., provém não dos méritos ou dos esforços humanos, mas provém da graça e
da ação de Deus.
Deus é a fonte e o agente, que nos torna capazes para sermos fiéis e perseverantes no ministério (serviço) que Ele nos confiou.
As qualificações, os dons espirituais (habilidades espirituais), os resultados etc., são dadas pelo Pai, pelo Filho e pelo Espírito Santo.
B. Tem maior glória que a antiga aliança, 3.7-18
Êx 34.29-35; Hb 9.1-10.1
1. A antiga aliança:
a) vv. 6,7 – Mata. Morte foi que resultou do fracasso do ser humano diante da lei.
b) vv. 9,14 – Ministério da condenação… Pela lei vem o conhecimento do pecado, a morte – a condenação eterna (o presente e a eternidade sem Deus)… Paulo afirma que outrora eles tinham a lei em alta estima, mas o “véu” os impedia de ver que a lei pronunciava aprópria condenação deles..
c) v. 1 – Tinha uma glória transitória, temporária…
2. A nova aliança:
a) vv. 8,17,18 – O ministério do Espírito Santo é mais glorioso, do que o a morte.
b) O Espírito Santo dado, em Cristo Jesus, sob a nova aliança faz com que o ser humano conheça e creia em Cristo Jesus, e viva sob e para a vontade de Deus.
Paulo usa o argumento do”menor para o maior”. “Maior glória” – “glória de Deus”, manifestação do Seu poder, da Sua presença…
c) v. 9 – O ministério da justiça é mais glorioso do que o da condenação
Rm 10.4 – Cristo é o fim da lei (morte / condenação eterna) para justificação de todo aquele que crê.
Em Cristo há toda justiça proclamada pela lei do Velho Testamento…
Pela lei vem o conhecimento do pecado, mas pela fé na morte de Cristo pelos nossos pecados e na Sua ressurreição dentre os mortos, vem a justificação- absolvição da condenação do pecado e o dom do Espírito e vida eterna em Cristo Jesus.
d) vv. 10,11 – O ministério permanente é mais glorioso do que o que se desvanece..
A antiga aliança era como algo que se desvanecia.
A lei tinha caráter transitório (Hb 10.1 – “era sombra do que havia de vir”). Ele tinha o seu valor, pois revelava a santidade de Deus, revelava com o povo de Deus deveria viver etc.
Mas o ministério da nova aliança tem uma glória que permanecerá…
C. Tem a esperança e ousadia do Espírito, 3.12,13,18.
1 Co 15.51,52; Fp 3.21
Moisés cobriu o rosto para que não vissem o fim do brilho em seu rosto…
No Espírito Santo não precisamos de “véus”, de “máscaras”… No Espírito há liberdade de ser o que somos, sermos autênticos (2 Co 1.12; 2.17 – “sinceridade”), na certeza de que somos “transformados com glória cada vez maior” (cf. Fp 1.7; Rm 8.28-30).
D. Tem Cristo “Princípio, meio e fim”, 3.14-17;4.3-7
Só pelo Espírito Santo há remoção do “véu satânico, o véu da ignorância, da cegueira espiritual, da incredulidade” para que se veja “a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus”, 4.3-7; 1 Co 12.3.
Tanto a antiga aliança (Antigo Testamento), assim como a nova aliança (Novo Testamento) testemunham e apontam Jesus Cristo – o Cordeiro de Deus, o Messias, o autor e consumador da fé; mas, a “sombra – antiga aliança”, se tornou “realidade – nova aliança” (Hb 10.1), no sacrifício de Jesus Cristo, ao morrer na cruz pelos pecados, e na sua ressurreição dentre os mortos – Rm 5; 2 Co 5.21.
Aquele que crê em Jesus Cristo como Salvador, deve viver com plena certeza da salvação eterna – de que, em Cristo é filho de Deus, e ministro (servo) da nova aliança. Assim, no Espírito Santo, sob o poder e a capacitação divina, no deve viver para o serviço e o inteiro agrado de Deus.
Para Reflexão:
Eu vivo debaixo da ” Nova Aliança” ou da “Antiga Aliança” ?
Há em mim, a ação da graça de Deus e o poder do Espírito Santo, e a esperança da glória eterna?
São esses fatores que me motivam a ser fiel e perseverante no ministério da nova aliança em Cristo?
O que Deus quer transformar no meu modo de pensar eagir?
Qual(ais) a(s) verdade(s) bíblica(s) que eu destaco nesta mensagem, e o que farei para praticar sob a capacitação do Espírito Santo?
Desafio: memorize 2 Co 3.4-6.
Lembre-se:
A sua responsabilidade, debaixo da graça e capacitação divina é a de modo perseverante, e confiante aplicar os princípios e as verdades divinas que tens ouvido (Fp 2.12,13; 1 Tm. 4.7-9; Tg 1.22-27).
Conheça… Creia… Aproprie-se… E, pratique a verdade divina para que experimentes avida plena que há em Jesus Cristo (João 10.10).
Domingos Mendes Alves
Last modified: January 26, 2025