Mensagens bíblicas
Série: 1 Pedro – Esperança da glória
18a. Mensagem
Pr. Domingos Alves – 04.10.2020
O fim está próximo. – 1 Pedro 4.7-11
4.7 O fim de todas as coisas está próximo; portanto, sejam criteriosos e sóbrios para poderem orar. 8 Acima de tudo, porém, tenham muito amor uns para com os outros, porque o amor cobre a multidão de pecados. 9 Sejam mutuamente hospitaleiros, sem murmuração. 10 Sirvam uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como encarregados de administrar bem a multiforme graça de Deus. 11 Se alguém fala, fale de acordo com os oráculos de Deus; se alguém serve, faça-o na força que Deus lhe dá, para que, em todas as coisas, Deus seja glorificado, por meio de Jesus Cristo, a quem pertence a glória e o domínio para todo o sempre. Amém!
Mensagem: O cristão consciente da brevidade do tempo, movido pela esperança eterna e o amor em Jesus Cristo, no presente ele vive e serve para que em todas as coisas Deus seja glorificado.
Esboço:
Introdução
4.7a O fim de todas as coisas está próximo …
Próximo, ’eggizo’ – aproximar-se, chegar perto …
Temos aqui uma referência a segunda vinda de Jesus Cristo…
1 Co 15.22 Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo. 23 Cada um, porém, na sua ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda. 24 E então virá o fim, quando ele entregar o Reino ao Deus e Pai, quando houver destruído todo principado, bem como toda potestade e poder.
Tg 5.7 Portanto, irmãos, sejam pacientes até a vinda do Senhor. Eis que o lavrador aguarda com paciência o precioso fruto da terra, até receber as primeiras e as últimas chuvas. 8 Sejam também vocês pacientes e fortaleçam o seu coração, pois a vinda do Senhor está próxima.
2 Pe 3.8 Mas há uma coisa, amados, que vocês não devem esquecer: que, para o Senhor, um dia é como mil anos, e mil anos são como um dia. 9 O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a julguem demorada. Pelo contrário, ele é paciente com vocês, não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento. 10a Porém, o Dia do Senhor virá como um ladrão…
O incentivo para suportar o sofrimento não vem apenas da esperança futura do crente, mas também do serviço cristão prestado a outros dentro de Seu corpo… Pedro então se referiu ao retorno iminente de Cristo para Sua igreja. A brevidade do tempo restante é a motivação para viver e servir a Jesus Cristo (v. 2). (Raymer, Vol. 2, p. 853–854)
O cristão consciente da brevidade do tempo e, movido pela esperança eterna e o amor em Jesus Cristo, vive e serve para que em todas as coisas Deus seja glorificado.
Analisemos neste texto, 1 Pe 4.7-11, dois imperativos, e seus desdobramentos, para o tempo presente, deste viver e servir em Cristo …
Exposição de 1 Pedro 4.7-11
4.7 O fim de todas as coisas está próximo; portanto …
Há aqui uma perspectiva individual (não no individualismo …)
I. Sejam criteriosos e sóbrios, 4.7b
4.7b … Portanto, sejam criteriosos e sóbrios para poderem orar.
… Sejam criteriosos, ’sophroneo’ – ter mente sã, estar mentalmente saudável …
Mc 5.15 Aproximando-se de Jesus, viram o endemoniado, o que antes estava dominado pela legião, assentado, vestido, em perfeito juízo; e temeram.
… E sóbrios, ‘nepho’ – autocontrole, ser moderado …
1 Pe 1.13 Por isso, preparando o seu entendimento, sejam sóbrios e esperem inteiramente na graça que lhes está sendo trazida na revelação de Jesus Cristo
… A bem das vossas orações, ‘proseuche’ – oração dirigida a Deus, para que possam orar …
Ef 6.18 Orem em todo tempo no Espírito, com todo tipo de oração e súplica, e para isto vigiem com toda perseverança e súplica por todos os santos.
A oração, de alta prioridade na perseguição, deve ser uma comunicação clara, razoável e sóbria com Deus. (Raymer, Vol. 2, p. 853–854)
Uma mente doentia está sobrecarregada de preocupações, angustias e ansiedade. Isto com certeza trará sérias dificuldades no nosso relacionamento com Deus, na vida de oração, na comunhão uns com os outros no contexto da igreja local.
O discípulo de Jesus Cristo deve ser uma pessoa criteriosa, sóbria e dedicada à oração.
4.8 Acima de tudo, porém …
Saímos da perspectiva individual, para colocar “acima de tudo”, a perspectiva do coletivo, do viver “uns para com os outros” ……
II. Vivam na prática da mutualidade
Uns para com os outros … 4.8,9,10.
Mutualidade se refere a um estilo de vida baseado nos mandamentos do NT, a respeito das coisas que os cristãos devem fazer e/ou não fazer, uns aos outros, para expressar o amor mútuo, e preservar a unidade no Espírito Santo.
Ef 4.1 Por isso eu, o prisioneiro no Senhor, peço que vocês vivam de maneira digna da vocação a que foram chamados, 2 com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando uns aos outros em amor, 3 fazendo tudo para preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz.
Comunhão – comunidade – comunicação… Têm a mesma raiz – “comum”.
Comunhão é “vida em comum”, o compartilhar de vida no amor de Jesus Cristo, e tem na mutualidade (mandamentos de reciprocidade – uns aos outros) uma das suas formas de expressão. A mutualidade é o meio prático de expressão da comunhão.
Alguns desses mandamentos de mutualidade – 1 Pe 4.8-10; 1.22; Jo 15.17; Rm 15.7,14; 1 Co 12.25-27; Ef 4.32; 5.21; Tg 5.16 …
Neste texto de 1 Pe 4.8-10, temos os seguintes mandamentos de mutualidade …
a) Amem-se intensamente, 4.8
4.8 Acima de tudo, porém, tenham muito amor uns para com os outros, porque o amor cobre a multidão de pecados.
Tenham muito amor, ‘ektenēs agapē’ …
Muito, ‘ektenēs’ – sem cessar, fervoroso, determinado; era usado para descrever os músculos tensos de um atleta que se esforça para vencer uma corrida …
Amor, ‘agapē’ – amor fraterno, de irmão, afeição, boa vontade …
1 Pe 1.22 Tendo purificado a alma pela obediência à verdade, e com vistas ao amor fraternal não fingido, amem intensamente uns aos outros de coração puro.
O amor altruísta de um cristão e a preocupação com os outros devem ser exercidos ao ponto de dar sacrificialmente para o bem-estar dos outros. (Raymer, Vol. 2, p. 853–854)
Espécie de amor que resulta em profunda preocupação uns pelos outros. О “amor” que não está enraizado no amor de Deus é um amor destinado ao fracasso.
4.8b … porque o amor cobre a multidão de pecados.
Cobre, ‘kalupto’ – ocultar, cobrir, não se foca nos erros …
Multidão de pecados, ‘hamartia’ – errar o alvo, desviar-se do caminho de retidão e honra, desviar-se da lei de Deus, violar a lei de Deus, uma ofensa, uma violação da lei divina em pensamento ou em ação, coletivamente, o conjunto de pecados cometidos seja por uma única pessoa ou várias …
Pv 10.12 O ódio provoca conflitos, mas o amor cobre todas as transgressões.
O ódio resulta em dissensão (cf. 6.14) porque as pessoas que se desprezam dificilmente podem trabalhar ou viver juntas em paz. O amor contribui para a paz porque cobre ou perdoa as faltas dos outros (cf. 17.9). Não se detém nessas falhas (cf. 1 Co 13.5; Tg 5.20; 1 Pe 4.8). “Cobre” é kāsâh, a mesma palavra traduzida como “oprime” em Provérbios 10.6,11. As palavras do iníquo são encobertas pela violência, mas o justo encobre os erros perdoando os malfeitores. (Buzzell, S. S. (1985). (Vol. 1, p. 926). Logos B. S.)
“O amor cobre multidão de pecados” – conviver com os outros é conviver com decepções, ofensas … Porque nós que somos imperfeitos estamos convivendo com a imperfeição, e neste contexto temos de saber perdoar e pedir perdão… O amor “perdoa e pede perdão”, liberta da ofensa, busca a reconciliação, a comunhão, Pv 17.9.
b) Sejam mutuamente hospitaleiros, 4.9
4.9 Sejam mutuamente hospitaleiros, sem murmuração.
Hospitaleiros, ‘philoxenos’ – generoso para as visitas, lit. “sendo amigável com os estranhos” … Aplicava-se principalmente no ato de receber, de acolher os estranhos, estrangeiros.
Sem murmuração, ‘goggusmos’ – sem reclamar para aqueles que estão viajando, sem murmúrio, sem resmungo, sem o desprazer secreto não declarado abertamente …
Durante os tempos de perseguição, a hospitalidade foi especialmente bem recebida pelos cristãos que foram forçados a viajar para novas áreas. (Raymer, Vol. 2, p. 853–854)
Devemos praticar a hospitalidade, mas, sem murmuração e sim de boa vontade, com alegria.
Rm 12.13 Ajudem a suprir as necessidades dos santos. Pratiquem a hospitalidade.
cf. 1 Tm 5.10; Hb 13.2.
c) Sirvam uns aos outros, 4.10,11
4.10 Sirvam uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como encarregados de administrar bem a multiforme graça de Deus.
Sirvam, ‘diakoneo’ – ser um servo, atendente, doméstico, servir, atender, atender a mesa e oferecer comida e bebida para os convidados, prover ou cuidar de, distribuir (as coisas necessárias para sustentar a vida …
Cada um conforme o dom, ‘charisma’ – favor que alguém recebe sem qualquer mérito próprio, dom da graça divina, capacitações concedidas pela graça divina para um fim útil no corpo de Cristo – Igreja …
1 Co 12.4 Ora, os dons são diversos, mas o Espírito é o mesmo. 5 E também há diversidade nos serviços, mas o Senhor é o mesmo. 6 E há diversidade nas realizações, mas o mesmo Deus é quem opera tudo em todos. 7 A manifestação do Espírito é concedida a cada um visando um fim proveitoso.
Cf. Rm 12.1-8 …
Encarregados, ‘oikonomos’ – o administrador do lar ou dos afazeres do lar, superintendente (seja nascido livre ou, como era geralmente o caso, um liberto ou um escravo) para quem o chefe da casa ou proprietário tinha confiado a administração dos seus afazeres …
Os crentes devem ser diligentes no uso de seus dons espirituais. Cada dom (carisma) deve ser usado para servir (diakonountes; cf. diakonos, “diácono”) ou “ministrar a” outros. A frase administrar fielmente (hōs kaloi oikonomoi) também pode ser traduzida como “bons administradores”. Um “mordomo” era aquele que servia como gerente da casa; ele não tinha riqueza própria, mas distribuía a riqueza de seu mestre de acordo com a vontade e a direção de seu mestre. O “dom” (carisma) deriva da graça de Deus (charitos). Sua graça é manifestada à Sua igreja à medida que os crentes exercitam seus dons espirituais no serviço uns aos outros. Sua graça é evidente em suas várias formas, ou seja, é “múltipla” (NASB), variada, rica em variedade (poikilēs; cf. 1.6, onde Pedro disse que as provações são poikilois, ou variadas). (Raymer, Vol. 2, p. 853–854)
4.11 Se alguém fala, fale de acordo com os oráculos de Deus; se alguém serve, faça-o na força que Deus lhe dá, para que, em todas as coisas, Deus seja glorificado, por meio de Jesus Cristo, a quem pertence a glória e o domínio para todo o sempre. Amém!
Oráculos, ‘logion’ – refere-se as palavras, aos mandamentos, as declarações, as promessas de Deus… – Assim, se alguém fala – fale, ensine de acordo com o revelado por Deus nas Escrituras, de acordo com o padrão divino … – Cf. Rm 3.2; Hb 5.12
Pedro dividiu o serviço cristão em duas categorias gerais: aquele que fala (lalei) e aquele que serve (diakonei; cf. v. 10). Esta divisão se relaciona com a distinção que os líderes de Deus fizeram entre as funções do ministério (At 6.2-4). Essas duas funções de ministério geral freqüentemente se sobrepõem …
… Ambos os grupos funcionam através da dependência da provisão graciosa de Deus. A razão para confiar nas palavras de Deus (cf. At 7.38; Rm 3.2; Hb 5.12) e força (ísquio, “poder”) é que Deus receberá o louvor por meio de Jesus Cristo. À menção do nome de Cristo, Pedro ofereceu uma palavra apropriada de louvor como uma bênção: A Ele seja a glória e o poder (kratos, “poder”) para todo o sempre. Amém. (Cf. a bênção semelhante em 1 Pedro 5.11) O louvor e o crédito pelo ministério cristão devem sempre ser dados a Cristo. (Raymer, Vol. 2, p. 853–854)
Devemos servir, agir segundo a palavra de Deus e na Sua força -“Para que em todas as coisas, seja Deus glorificado”
Ef 3.20 Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós, 21 a ele seja a glória, na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre. Amém!
Sl 115.1 Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao teu nome dá glória, por amor da tua misericórdia e da tua fidelidade.
Conclusão
O cristão consciente da brevidade do tempo e, movido pela esperança eterna e o amor em Jesus Cristo, vive e serve para que em todas as coisas Deus seja glorificado.
Neste texto, 1 Pe 4.7-11, dois imperativos, e seus desdobramentos, para o tempo presente, deste viver e servir em Cristo …
I. Sejam criteriosos e sóbrios, a bem das vossas orações, 4.7
II. Vivam na prática da mutualidade, 4.9-11
Amem-se intensamente, 4.8
– Sejam mutuamente hospitaleiros, 4.9
– Sirvam uns aos outros, 4.10,11
Prática: conhecimento sem prática não tem valor; assim, como a prática deve ser valorizado como fruto do conhecimento em Jesus Cristo.
O que vamos, “viver e fazer” como fruto desta mensagem, do conhecimento bíblico?
Temos que reconhecer que na igreja local nós temos os seguintes tipos de pessoas:
– Há pessoas doentes mental e espiritualmente, desmotivadas em meio as provações e adversidades, com sérios problemas na vida de comunhão com Deus e a igreja, na vida de oração e meditação das Escrituras, e que precisam de apoio no Espírito Santo, para o caminho de cura sob o poder e a graça de Deus…
– Há pessoas feridas, por causa de experiências negativas no contexto da igreja local, desconsiderando de que no serviço em Cristo há “lágrimas e provações” (dores internas e dores externas), e que na graça de Deus o “perdoar e/ou ser perdoado” é o caminho para a cura, no contexto da comunhão e serviço cristão, e não num contexto de isolamento, de divisões, de um espírito de critica e/ou de autocomiseração.
– Há pessoas sobrecarregadas, pelo serviço na igreja local, que desconsideram a liberdade no Espírito Santo de abrir mão de certas responsabilidades, sem jamais deixar de viver na pratica da mutualidade e do uso fiel dos seus dons espirituais;
– Há pessoas há muito tempo cristãs, discípulos de Cristo, que não estão vivendo de modo criterioso e sóbrio, e na pratica da mutualidade… Assim, não cooperam, não contribuem para a edificação da igreja e a glória de Deus, desconsiderando de que um dia prestarão contas a Deus pela omissão e negligência… Arrependam-se do pecado da omissão e negligência… Tomem a decisão de serem fiéis e frutíferos, para edificação da igreja de Jesus Cristo.
– Há pessoas novas convertidas e/ou que estão no processo de conhecer a igreja, e se integrar… Considerem a liberdade de em oração descobrir o “tempo” e o “modo” de se envolver, consciente que Deus requer de você comprometimento com uma igreja local.
– Há pessoas que ainda não conhecem a Jesus Cristo como único e suficiente Salvador e Senhor. Seu primeiro passo é o de reconhecer a sua necessidade de Deus, seu pecado e condição de perdido diante de Deus; se arrepender do pecado e dos pecados, e crer que Jesus morreu e ressuscitou pelos seus pecados; e, pela fé entregar a sua vida a Jesus Cristo, confiando nEle como único e suficiente Salvador e Senhor.
Hb 10.23 Guardemos firme a confissão da esperança, sem vacilar, pois quem fez a promessa é fiel. 24 Cuidemos também de nos animar uns aos outros no amor e na prática de boas obras. 25 Não deixemos de nos congregar, como é costume de alguns. Pelo contrário, façamos admoestações, ainda mais agora que vocês veem que o Dia se aproxima.
O cristão consciente da brevidade do tempo e, movido pela esperança eterna e o amor em Jesus Cristo, vive e serve para que em todas as coisas Deus seja glorificado.
Próxima Mensagem: 1 Pedro 5.1-5
Lembre-se:
A sua responsabilidade, debaixo da graça e capacitação divina, é a de perseverante e confiante aplicar os princípios e as verdades divinas que tens ouvido (Fp.2.12 -13; 1 Tm. 4.7-9; Tg 1.22-27).
Ao meditar nesta mensagem, pergunte-se:
O que Deus quer transformar no meu modo de pensar e agir?
Como eu posso colocar isto em prática na minha vida?
Qual o primeiro passo que darei nessa direção (para que haja real transformação em minha vida)?
Conheça… creia…Aproprie-se… E, pratique a verdade divina para que experimenteis a vida plena que há em Jesus Cristo – Jo. 10.10
Bibliografia:
Bíblia Nova Almeida Atualizada© Copyright © 2017 Sociedade Bíblica do Brasil.
Bible Study , Olive Tree Bible Software – Biblia Almeida Strong.
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Pinto, Carlos Osvaldo C. (1950 – 2014). Foco e desenvolvimento no Novo Testamento. São Paulo: Hagnos, 2008.
Piper, John. Teologia da alegria: a plenitude da satisfação em Deus. São Paulo: Shedd Publicações, 2001.
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Wiersbe, Warren W. Comentário Expositivo: Nova Testamento: volume II. Santo André, SP: Geográfica Editora, 2006.
Domingos Mendes Alves
IEBNA – RP,SP – Brasil
Outubro de 2020
Last modified: January 26, 2025